Alimentos não Saudaveis

Conheça alguns Alimentos não Saudaveis – Proibidos, Ruins e Maus

Este artigo pretende dar uma informação sobre os prejuizos que alguns alimentos representam para a saúde das crianças e dos adultos.Alimentos proibidos às crianças, com as excepções correspondentes
- Cereais refinados: a maioria deles contém 50% de açúcar.
- Refrescos e gasosas: contêm açúcar refinado, corantes e sabores artificiais; alguns contêm cafeína e ácido fosfórico e outros ingredientes perigosos.
- Chocolates: evitam a absorção de sais minerais, interferem no metabolismo do cálcio e danificam o fígado.
- Guloseimas: são produtos refinados que afectam a saúde das crianças.
- Condimentos: a alimentação das crianças não deve conter nenhum condimento nem especiarias.
- Não se deve dar café às crianças, a cafeína é um psicoactivo.
- A banha de porco é pus.
- Os ovos são gordura, água e droga (cria-se um frango para o mercado em 36 dias).

Óleos, manteigas e gorduras saturadas

Grande parte da nossa energia provém da gordura que ingerimos; um pouco de gordura faz parte essencial da
dieta, mas a maioria das pessoas come demasiada gordura.
Todas as gorduras contêm a mesma quantidade de calorias e engordam o mesmo; são compostas pelo
mesmo tipo básico de ácidos gordos: saturados, não saturados e polinsaturados; a diferença consiste na proporção em que se apresentam os saturados e os polinsaturados; os três nomes aplicam-se às gorduras de acordo com o tipo de ácido gordo que predomine.

As gorduras saturadas causam grandes males, pois geralmente provêm do reino animal, em forma de carne ou de leite e seus derivados.
Como o organismo humano não efectua de forma adequada a digestão das gorduras saturadas, estas tendem a permanecer na corrente sanguínea por largos períodos; com o tempo aderem à cobertura interior dos vasos sanguíneos e então produzem arteriosclerose, ou seja, um estreitamento que pode levar a uma tensão arterial elevada, a doenças do coração ou a um acidente vascular cerebral. De um modo geral, doenças tão diferentes como a gota ou diabetes podem surgir como resultado da ingestão exagerada de gorduras saturadas.

As gorduras menos saturadas ou não saturadas são em geral gorduras líquidas ou óleos e que se encontram habitualmente nos óleos de origem vegetal ou nas plantas oleaginosas.
O excesso de gordura produz:
Arteriosclerose: origina-se quando uma substância muito comum nas gorduras animais e nos óleos endurecidos, chamada colesterol, começa a favorecer o endurecimento e a obstrução das paredes das artérias.
As artérias perdem a sua elasticidade.
Problemas digestivos: o excesso de gordura destrói o tono do sistema digestivo. Podem produzir enfartes, irritação, dispepsia e diarreia.
Obesidade: a gordura produz calorias em excesso; cada grama produz nove (9) calorias mais do que o dobro das produzidas pelos carbo-hidratos (hidratos de carbono).
Problemas nos rins, fígado, coração e outros órgãos: o excesso de gorduras deposita-se cobrindo estes órgãos e dificultando o seu trabalho. O coração é o que mais sofre, pois tem de trabalhar com mais força, apertado pela gordura que o rodeia.
Problemas circulatórios: toda a espécie de gorduras saturadas e insaturadas (em manteiga ou óleos) faz com que os glóbulos vermelhos se agreguem uns aos outros dificultando a sua passagem pelos capilares.
Redução da resistência às infecções: as gorduras polinsaturadas contribuem para inibir a possibilidade de os glóbulos brancos enfrentarem as infecções.
As gorduras presentes no organismo provêm de duas fontes: a alimentação e a síntese realizada pelo próprio corpo. O colesterol pode ser elaborado no próprio organismo. É importante saber como foi extraído o lípido (óleo) que vamos consumir na alimentação, pois há muitas qualidades de óleos, umas más e outras piores; as boas são escassas.

Como distinguir os óleos pela sua qualidade?
São conhecidos vários métodos para extrair óleos vegetais; o mais saudável consiste numa extracção a frio e sem refrigeração. Outro método consiste em aquecer o material entre 200 e 250 graus e submetê-lo logo a pressão, um método usualmente denominado expeller, que dá mais rendimento ao industrial mas que não extrai cem por cento do óleo. Extraído desta forma, pode ser ou não refinado.

O terceiro método de maior rendimento industrial, mas mais prejudicial à saúde, é o da extracção por dissolventes. O material é moído e cozido a vapor e logo depois misturado com um dissolvente derivado do petróleo (pentano, hexano, heptano e octano) ou com um produto sintético (o tricloroetileno), e separam-se os resíduos secos mediante procedimentos de filtragem; procede-se depois à separação do dissolvente, resultando um oleo puro, segundo os fabricantes.
Os produtores asseguram que a quantidade de dissolvente que permanece no óleo é ínfima e insignificante, mas é importante sublinhar que nenhuma quantidade de petróleo deve penetrar no organismo, pois a sua acumulação pode provocar cancro. Mas o mais perigoso de tudo é o reaquecimento que o óleo sofre em casa; os óleos não devem ser usados mais de uma vez.

Os óleos extraídos a frio e sem refinação são ricos em vitaminas A, D, E, K, lecitina, iodo e outros valiosos minerais. Uma vez aberta a embalagem dos óleos (processados a frio), devem guardar-se no congelador para evitar que fiquem rançosos.
Os óleos reaquecidos NÃO se devem usar (pelo menos para cozinhar). No livro, La alimentación natural, o
médico Rafael García diz: “Os estudos existentes mostram uma clara correlação entre a ingestão de lípidos (gorduras) de origem animal e o enfarte ou cancro; por exemplo, as que se encontram nas carnes, na gordura do leite, nos óleos vegetais industrializados ao serem consumidos relacionam-se com o cancro mas não com o enfarte.

Outros óleos – Beneficios e os seus usos

Os óleos vegetais são: de sésamo, soja, oliveira, milho, germe de trigo e girassol.
Óleo de abacate: usa-se externamente como suavizante da pele e acondicionador do cabelo.
Oleo de alecrim: usa-se para cuidar do cabelo; combate a caspa.
Óleo de amêndoas usa-se externamente para cuidado da cútis.
Óleo de amendoim é comestível e usa-se como cosmético.
Oleo de camomila usa-se para a pele ressequida e envelhecida, para retirar a maquilhagem e para limpar a pele.
Oleo de cardamomo: usos cosméticos.
Oleo de castor: como o óleo de rícino, de figueira, é usado como laxativo e suavisa as hemorróidas. Usa-se como purgativo, é um remédio eficaz contra as infecções agudas do canal gastrointestinal, elimina verrugas e é ideal contra a úlcera da pele. Suaviza a pele, usa-se em máscaras de beleza, cremes de noite e bâtons.
Óleo de coco tem propriedades prorectoras para a pele, e é um excelente hidratante.
Óleo de eucalipto: é índicado para tratar a bronquite, asma, infecções da garganta e a sinusite.
Oleo de germe de trigo é comestível e cosmético (diz-se que é a melhor fonte de vitamina E); prensado a frio aumenta a energia, ajuda a circulação, atrasa o envelhecimento, evita as rugas, baixa o colesterol e os triglicéridos.
Oleo de limão: usa-se para limpeza.
Óleo de onagra: é um dos óleos mais caros (as suas sementes só são colhidas de dois em dois anos), contém ácido gama-linoleico, que incide sobre o estado da membrana celular e sua estrutura como substrato das prostaglandinas; estas produzem uma actividade reguladora dos estrogénios, prolactina e progesterona, e também incide na inibição da agregação de plaquetas e nos mecanismos de vasodilatação,
bem como na libertação de neurotransmissores cerebrais, por isso utiliza-se no tratamento da síndrome
pré-menstrual e em problemas da pele, pois ajuda a manter a sua elasticidade e regula as secreções gordas, evitando o envelhecimento prematuro. O seu uso está indicado em todos os tratamentos dermatológicos em que se suspeite de um incidente de tipo hormonal, e também serve para controlar a queda do cabelo. Usa-se como vasodilatador, anticoagulante e anti-inflamatório; não se aconselha o seu consumo em casos de epilepsia.
O Óleo de sésamo é um óleo de qualidade excepcional; além de servir como alimento, alivia as infecções cutaneas e queimaduras.
O Oleo de soja é comestível e cosmético; é rapidamente absorvido pela pele.

Enchidos e alimentos empacotados e enlatados

Contêm substâncias que se agregam aos alimentos para melhorar a sua apresentação, sabor, odor, cor e para os conservar por mais tempo. São os aditivos químicos.
Consumir produtos enlatados pode ocasionar saturnismo crónico por absorção de chumbo. Isso traduz-se em hipertensão, transtornos nervosos e propensão para o aborto.

- Os antioxidantes atrasam a oxidação de gorduras e óleos não saturados, corantes e saborizantes. A oxidação ocasiona o ranço, mudanças de sabor e perda de cor.
- Emulsionantes e estabilizantes: fazem com que a água e os óleos se misturem.
- Potenciadores de sabor: acentuam o sabor natural dos alimentos. Um dos potenciadores de sabor mais conhecido é o glutamato monossódico.
- Os emulsionantes usam-se para injectar água nos produtos (usualmente a carne) e assim aumentar o seu peso e para lhes dar uma textura firme e lisa.
- Agentes espessantes: são carbo-hidratos naturais ou modificados quimicamente que absorvem parte da água presente nos alimentos e portanto tornam-nos mais espessos.
- Corantes artificiais: usam-se para dar aos alimentos um aspecto atractivo. A maioria dos corantes artificiais são químicos sintéticos que não surgem na natureza. Se bem que alguns sejam mais seguros do que outros, os nomes dos corantes não aparecem usualmente nos rótulos. E há provas de que os corantes podem ocasionar hiperactividade e alergias nalgumas crianças sensíveis.
- Glutamato monossódico (GMS): este aminoácido realça o sabor dos alimentos que contêm proteínas. Grandes quantidades deste produto ministradas a ratos jovens destroem células nervosas no cérebro. Causa a síndrome do restautante chinês (sensação de queimadura na parte posterior do pescoço e antebraços nalguns adultos sensíveis) e é um dos agentes mais cancerígenos.
- Saborizantes: usam-se para dar sabor aos alimentos; o emprego destas substâncias não está regulamentado e não há listagens autorizadas.
- Conservantes: empregam-se para que os alimentos durem mais tempo.

Germán Alberti, reconhecido naturista, no seu livro La revolución naturista, diz-nos: “Se você for a um supermercado e vir um produto cujo rótulo diz que foi feito com pintura de veneno, passa-lhe pela cabeça comprá-lo? Claro que não. Mas o industrial e o publicitárto, com a anuência dos governos, mudam as palavras. Em vez da palavra veneno escrevem preservante ou conservante, adoçante artificial, em vez de pintura dizem cor artificial. Além disso, juntam-lhe uns tantos nomes químicos quase impronunciáveis, e o
consumidor, sem suspeitar de que se trata de algo perigoso para a saúde, consome-o com a maior confiança, influenciado pelas custosas campanhas publicitárias.”

Há excepções nos enchidos, como são os vegetarianos.
Actualmente encontram-se no mercado produtos embalados: enchidos (salsichas, presunto, mortadela, aperítivos, etc, elaborados à base de lentilhas, soja, farinha de trigo (glúten), beterraba sacarina, chachafruto, etc., que são naturais e não contêm aditivos químicos.

Bebidas alcoólicas

O Instituto Oncológico de Heidelberg forneceu um dado preocupante: de 158 cervejas analisadas, 111 variedades
tinham nitrosamina, uma das substância mais claramente consideradas cancerígenas. Os cervejeiros alemães reconheceram que era verdade e culparam o malte. 
A cerveja, pelo seu excesso de purina, que o organismo converte em ácido úrico, pode provocar gota. A cerveja com álcool eleva a pressão sanguínea. O álcool aumenta o risco de cancro do cólon e do recto.

Chocolate

Os chocolates evitam a absorção de sais minerais, interferem no metabolismo do cálcio e deterioram o fígado; a sua gordura entope vasos capilares, veias e artérias.

Condimentos

Não abusar do seu consumo. São irritantes para o estômago, intestinos e sistema génito-urinário; causam nervosismo; estimulam que se coma em excesso (apetência); alteram o temperamento; produzem
hipertensão e outros problemas de saúde.

Gelatina

A gelatina é um agente para espessar e coagular. É uma proteína obtida da pele, ossos, cascos e outras partes dos animais. É de escasso valor alimentício, pois contém poucos ou nenhuns dos aminoácidos essenciais.

Ovos

Os ovos também não são alimentos naturais, pois o seu consumo reveste-se de riscos ao originar enfermidades e ao incrementar as já existentes; os riscos mais conhecidos são o incremento do colesterol e produção de alergias. A gema dos ovos contém uma substância tôxica, a aveína, e proteínas de alto poder alergénio. O excesso de consumo de clara de ovo crua ou tomada em produtos de pastelaria, pode produzir deficiência de biotina ou vitamina H. Por contaminação nos concentrados que as galinhas consomem, pode contaminar-se o ovo de dioxinas e salmonela.

Refrescos e gasosas

Estes produtos contêm açúcar refinado, corantes e sabores artificiais, alguns, cafeína, ácido fosfórico e sulfitos. Na elaboração de alguns deles, emprega-se uma planta conhecida como noz de cola; desta planta extrai-se um alcalóide que danifica o aparelho circulatório: a colamina.
Também se encontra outra substância corrosiva, o ácido fosfórico, que se junta aos refrescos para matar qualquer micróbio que possa existir na água; é utilizado na indústria para desgastar metais devido ao seu poder corrosivo, e é também usado como branqueador; mesmo dissolvido, não é alimento.
Outro ingrediente é a sacarina. Nos Estados Unidos, os industriais são obrigados, por lei, a incluir o seguinte texto nas embalagens se o produto puder ser perigoso para a saúde: “Contém sacarina, a qual, segundo o determinado, causa cancro nos animais de laboratório”.
O uso constante de sacarina ou de produtos que a contenham pode gerar úlceras e cancros no estômago e no duodeno, segundo informam cientistas sérios, tanto nos Estados Unidos como em Inglaterra e na Alemanha.

Os perigos da Sacarina

Vários cientistas norte-americanos voltaram a insistir em que a sacarina produz cancro, de mesma forma
que muitos outros aditivos alimentares empregados para dar cor, sabor e melhorar a apresentação dos alimentos. A dulcina, que substitui o açúcar nos doces e produtos de pastelaria, provoca tumores. Apesar da recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde), continua a utilizar-se em muitos países, em especial no Ocidente, por ser económica e por ter um sabor doce muito concentrado.

Os males do Sal (cloreto de sódio)

O sal usa-se em abundância em muitos alimentos processados; uma dieta alta em sal pode causar uma elevada tensão artertal, o que aumenta o risco de ataques de coração e acidentes cardiovasculares.
Não tem qualquer valor nutritivo.

Há vários tipos de sal: gema, marinho, refinado, fluorado, de salga, de mesa, grosso, iodado (único que se recomenda contra défice de iodo).
Comidas demasiado salgadas prejudicam o organismo e provocam uma sede inútil.

Problemas causados pelo sal:

- Ajuda à produção de sódio e de ácido úrico, provocando a gota, o reumatismo artrítico e outras perturbações.
- Faz trabalhar em excesso os rins e o fígado para o eliminar do organismo.
- Prejudica a digestão.
- Irrita as membranas do estômago.
- Debilita o poder visual.
- Contribui para o endurecimento das artérias.
- Contribui para a elevação da tensão arterial.

A excepção é o sal marinho: é extraído do mar e não de minas de sal.
Contém potássio, cálcio, magnésio, enxofre, fósforo, carbono, silício, flúor, ferro, brómio e mais 17 elementos em pequenas quantidades. A sua composição é muito semelhante à do plasma sanguíneo humano.

Vinagre

O vinagre Causa problemas de fígado e dos rins e descobriu-se que é um dos degeneradores das artérias. É o líquido obtido da fermentação acêtica do vinho, e também se obtém de diversos álcoois misturados com água. Emprega-se geralmente como condimento. O seu conteúdo energético é mínimo e contém pequeníssimas quantidades de minerais.

Se se usar, deve ser em doses muito moderadas. Substitutos do vinagre são o sumo fresco de limão (pois
acrescenta vitaminas e sais minerais à dieta) e os sumos de frutas cítricas.

Molhos

Deve ter-se cuidado em não abusar do seu consumo e preferir sempre os caseiros. Evitar ao máximo o uso
de molho de tomate embalado ou enlatado; usar o natural.

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04. Março 2010 by admin
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